Como somos estranhos... ontem fui ao show do Paralamas e percebi a quanto tempo não ouvia aquelas músicas... não q elas tenham melhorado ou piorado com o tempo... mas é que passou... e o melhor de ter passado é que dessa vez perceber que o tempo passou não significou perda, não significou a vontade de voltar no tempo, não significou a saudade doida de coisas pequenas que já estão descontextualizadas... Significou q o que foi bom (e ruim) não passa! Eu sempre disse que tudo passa... mas na verdade agora to achando que nada passa... somos a soma dessas coisas todas... em todas as suas minúcias... somos do tamanho do universo, e tudo cabe em nós! Não ouso mais Paralamas com freqüência, mas o Paralamas está em mim e não apenas na memória
...a todos que detestam pop rock nacional – vocês são lindos e tem uma mente super-aberta...
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4 comentários:
eles passarão
eu passarinho...
keep u in my deep feeling.
Eu sempre pensei que nós não somos um instante, mas sim um amontoado de instantes que levam a vida inteira para se amontoarem. Lembrando sempre que uso a palavra "amontoar" para indicar uma confusão completa nesse emaranhado. 'Cê sabe, né? o monte de instantes nunca é organizado.
Saudades de entrar por aqui e me surpreendi com a música da Cat no post abaixo. Aquela música marcou uma época da minha vida. Bah! Escuta Wild is the wind, que é do mesmo cd de I found the reason.
;)
Welcome to the your new world...
Por favor, corrija o "ouSo" para "ouÇo".
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